Monstros universitários e de classe média
27 Junho, 2007
A brutalidade dos jovens universitários e de classe média do Rio de Janeiro, que agrediram uma doméstica, traduz uma violência de extrema covardia, uma monstruosidade. O que pensavam esses jovens? Percebemos que a conduta deles nada tem a ver com a condição social. Estudantes de administração, turismo e direito, mas que não administram seus conflitos interiores e agrediram um ser humano, ainda por cima com a justificativa de terem confundido a vítima com uma prostituta. E daí se ela realmente fosse uma prostituta? Com que argumentações esses delinqüentes se sentem no direito de agirem dessa forma? Fizeram da violência e do desrespeito uma diversão.
Casos assim nos remetem à lembrança do índio que foi morto incendiado em Brasília por jovens de classe média. Recentemente duas estudantes de direito foram presas por roubo. Suzana Richthofen assassinou os próprios pais. O que está acontecendo com esses jovens de classe média e universitários? Falta-lhes humanidade, um valor que não se aprende na faculdade e que não está a venda.
Espanta-me o relato do pai de um desses estudantes. Afirmando que eles são crianças e que estudam em universidade, o pai disse que eles não poderiam ser presos, ainda mais com outros delinqüentes das favelas. Compreendo o sentimento desse pobre pai, mas convenhamos, crianças esses jovens não são e o fato de serem universitários não é desculpa para a falta de punição.
Educação vem de berço
Jovens rebeldes e pais ausentes. Talvez esses sejam uns dos motivos que levam certos indivíduos a terem atitudes desumanas. Tiveram o carro que queriam, a mesada garantida a cada mês, muitas vezes nem trabalham, não sabem o valor de uma conquista. Ganharam presentes materiais de seus pais, comemoraram com grandes festas os seus aniversários, saíram para as baladas bancadas pela mesada, usam roupas de marca…Mas não receberam instruções e não desenvolveram o respeito ao ser humano, valores fundamentais para viver em sociedade.
Não estou fazendo terrorismo sobre o mal da classe média e muito menos atribuindo somente aos pais a culpa pela conduta dos seus filhos. Pois tenho amigos de classe média com grandes valores humanos. Conheço pais que dedicaram-se à educação dos filhos e mesmo assim, tais filhos tiveram atitudes contrárias a educação que receberam. Cada caso é um caso. Mas a família é a primeira referência que temos na construção de nossa personalidade.
Mesmo não sendo minha especialidade, eu que ainda nem sou mãe, acredito que os pais devem estar atentos ao comportamento dos filhos, serem mais presentes, dialogarem sobre diversos assuntos, colocarem limites sim e saberem mais sobre a vida deles.
Mãe e Pai, amo vocês!
Agradeço aos meus pais pelos valores que me ensinaram. Mesmo quando eu os achava caretas, radicais e muito intrometidos com a minha vida. Hoje percebo o quanto suas atitudes contribuíram para o ser humano que sou e os valores que fazem parte de mim. Agradeço a vida humilde, que sempre me fez valorizar o trabalho e lutar para alcançar meus objetivos. Meus pais não possuem o ensino fundamental completo, mas souberam me ensinar como ninguém a respeitar as pessoas, a ser digna, honesta, batalhadora, a ter fé em Deus e principalmente, a ser responsável pelas minhas atitudes.
Minha mãe, sendo dona de casa, nunca teve condições para me dar presentes luxuosos. Mas ela sempre me esperou com comida gostosa e quentinha, feita na hora, lavou minhas roupas, me deu beijo de boa noite e muito carinho, me elogiou, destacou minhas qualidades. A auto-estima que faz a mulher que sou, devo à ela. O tempo que tive para me dedicar ao trabalho, aos estudos e com aprendizados produtivos, foi graças a essa mulher que me incentivou e abdicou de seus interesses para que eu buscasse meus objetivos. Obrigada minha Mãe!
Meu pai, metalúrgico aposentado, continua trabalhando para ajudar na renda familiar. Meus pais sempre quiseram saber aonde eu vou, com quem eu saio, etc. Até certa idade esse cuidado todo até me irritava. Hoje percebo e valorizo cada limite que eles colocaram para eu crescer e possuir o discernimento necessário para fazer minhas próprias escolhas. Obrigada meu Pai!
Agradeço a educação que recebi de meus pais, cada limite, cada conselho, cada atitude careta, cada NÃO…Tudo isso contribuiu para eu ser a pessoa que sou. Minhas escolhas, atitudes, profissão, amigos…São reflexos de uma educação permeada por muito carinho, humildade e valores que o dinheiro não pode comprar. Obrigada meus pais por tudo!
Desejo que cada jovem valorize a educação recebida de seus pais e que cada pai e mãe saibam colocar os limites necessários para o desenvolvimento de pessoas mais humanas, que respeitam o próximo, que amam a vida e sentem-se amadas!
O papel da mídia nas Operações da PF
26 Junho, 2007
Dialogar sobre aspectos da responsabilidade do jornalismo diante das investigações da Polícia é uma forma de compreender os reflexos dessas Operações na sociedade.
Segundo o coordenador do curso de jornalismo da Unisinos, Edelberto Behs, a mídia está cumprindo o seu papel de fiscalizadora e acompanhando as ações da Polícia Federal. “Durante o regime militar, a polícia era impedida de atuar dessa forma. Hoje percebe-se que a PF evoluiu e modernizou suas ferramentas de atuação”, comenta.
Edelberto Behs
Por outro lado, Behs alerta para a responsabilidade da mídia ao divulgar os fatos que envolvem essas ações. “É preciso ter cuidado para não cairmos em um denuncismo sem fundamento. O caso que ocorreu em 1994, na Escola de Base, em São Paulo, reflete o poder da mídia em desmoralizar pessoas e instituições ao relatar fatos que ainda não foram apurados. Nesse exemplo, a mídia simplesmente deu um Boletim de ocorrência, sendo antiética na sua conduta”, explica.
Para o coordenador, a ânsia dos jornalistas por um furo de reportagem é um dos motivos que os leva a cobrir uma mentira. “É preferível juntar dados, colher informações, checar minuciosamente e fazer uma matéria completa e verídica, ainda mais quando a mesma gera um profundo impacto na sociedade e envolve a reputação de indivíduos”, acrescenta.
Contraponto
Já o doutor em Ciência Política, Rodrigo González, avalia que a Polícia Federal excede ao relatar informações para a mídia, onde esta por sua vez, acaba fazendo marketing do trabalho da PF. “A mídia pode prejudicar o processo de investigação. É necessário relatar quantos foram acusados e denunciados. Mas sabemos que isso não dá resultado de mídia, e em casos de enganos, o jornal jamais vai estampar em sua capa a frase: NÓS ERRAMOS.”, acredita.
González destaca que os valores estão se invertendo na sociedade brasileira. “O uso de gravações, como no caso Calheiros, torna-se uma invasão de privacidade. A rapidez da PF em divulgar dados à mídia expõe o processo investigativo. O indivíduo é retratado como culpado e precisa provar que é inocente, um valor que se inverte ao processo de direito. Além disso, o jornalismo investigativo brasileiro é irresponsável na divulgação desses acontecimentos”, avalia.
Rodrigo González
Peneirando
Fazer da PF a heroína dos desmanches fraudulentos não é a melhor maneira de cobrir as ações desse órgão. Mas é preciso valorizar suas iniciativas, de forma transparente e colocando o interesse público em primeiro lugar. A mídia comete falhas, assim como outros profissionais. É um engano generalizar sua cobertura, mesmo porque se não fossem suas reportagens, o povo brasileiro não teria acesso a muitas informações.
Entre excessos da mídia e exageros da Polícia Federal, o cidadão precisa munir-se de informações e desenvolver a sua visão crítica sobre os fatos, fazendo assim, a sua conclusão sobre os acontecimentos divulgados.
A mídia é fiscalizadora, mas cada cidadão precisa também desenvolver essa atitude, seja através de seu voto, manifestação, opinião e discernimento das realidades que lhe são apresentadas.
O papel da mídia é relatar os acontecimentos, mostrar à sociedade os fatos que são de interesse público, da melhor maneira possível, levando em consideração a ética e o compromisso jornalístico. Sabemos que a imparcialidade é impossível, e quem ainda se atreve a dizer que o jornalismo é imparcial está dialogando falácias.
Antes de sermos jornalistas, somos seres humanos com opções políticas, com sentimentos, torcemos por um time, simpatizamos com determinados partidos, gostamos de certos artistas…Enfim, temos nossas preferências e tendências como qualquer pessoa.
O que torna sério o nosso trabalho e comprometido com o interesse público é o nosso bom senso, a ética pessoal e a busca pela verdade sempre. Nossa curiosidade nos leva a descobrir fatos, queremos saber mais, devemos ligar as informações e contextualizar. É por isso que afirmo: “A pessoa que você é revela o profissionalismo exercido no seu dia-a-dia”. Viva ao jornalismo de qualidade! Que mesmo sabendo que não é imparcial, busca a verdade, respeita o ser humano, é ético e faz do bom senso uma ferramenta para relatar os acontecimentos, visando o interesse público e a busca por uma sociedade mais justa.
Operações da Polícia Federal
26 Junho, 2007
Xeque-mate, Navalha, Furação, Abafa. Essas são apenas algumas das Operações da Polícia Federal, que com nomes inspiradores está colocando magistrados, políticos, empresários e outros profissionais à prova de suas verdadeiras competências.
O cresimento dessas Operações surpreendem pelas fraudes que apresentam. Você lembra da Operação Águia, em 2003? Da Operação Feliz Ano Velho, em 2004? E da Alcatéia, em 2005? Ou Cruz Vermelha, em 2006?
Mesmo esquecendo seus nomes, é impossível deixar passar o impacto que elas causam na sociedade. Os dados oficiais da Agência de Notícias da PF revelam o crescimento das Operações.
2003 a 2004- Passamos pela Meduza, Zumbi, até Fênix
2005- No início Predador, um Petisco, até chegar ao Crepúsculo
2006- De Isaías, Sansão, até São Matheus
2007- Passando por Lacraia, Hurricane e Xeque-Mate
Analisar as atitudes da Polícia Federal é refletir sobre a evolução de seu trabalho ao longo dos anos e os reais benefícios que suas ações trazem, o número de prezos, a diminuição da corrupção devido a essas Operações, etc. Sem cair no show de espetáculos, sabemos da visibilidade que a mídia proporciona a essas operações. É nosso papel fiscalizar esses fatos e relatá-los da melhor forma possível, possibilitando um trabalho conjunto com os órgãos de segurança em busca do combate a chamada corrupção (utopia? coisa de jornalista!). São ínumeras as Operações. Interessantes sim. Despertam a atenção dos meios de comunicação, que valorizam ainda mais o trabalho da PF. Mas o acompanhamento delas? Os resultados efetivos? Até que ponto a mídia faz o seu papel nesses casos? Até que ponto a PF é tão eficaz em suas ações? Chega de espetáculos, queremos resultados!
20 e Poucos Anos
19 Junho, 2007
A música que segue tem tudo a ver com a garra dessa nossa geração, dos 20 e poucos. Nossos sonhos alimentam as atitudes que constroem o caminho rumo à realização. Somos persistentes, contagiantes, simplesmente determinados e conscientes do nosso valor. Viva aos nossos objetivos, temos muito o que conquistar, ainda bem!
20 e Poucos Anos
(Fábio Jr.)
Você já sabe e me conhece muito bem
Eu sou capaz de ir e vou muito mais além
Do que você imagina
Eu não desisto assim tão fácil, meu amor
Das coisas que eu quero fazer e ainda não fiz
Na vida tudo tem seu preço, seu valor
Eu só quero dessa vida é ser feliz
Eu não abro mãoNem por você, nem por ninguém
Eu me desfaço dos meus planos
Quero saber bem mais que os meus 20 e poucos anos
Tem gente ainda me esperando pra contar
As novidades que eu já canso de saber
Eu sei, também tem gente me enganando
Mas que bobagem, já é tempo de crescer
Nem por você, nem por ninguém
Eu me desfaço dos meus planos
Quero saber bem mais que os meus 20 e poucos anos
E já que hoje estou tão inspirada, segue outra música, daquelas para escutar ao acordar e começar o dia com muita disposição!
Vai ser sempre assim
(Jota Quest)
Sete e quinze eu acordo
E começo a me lembrar
Do que ainda não me esqueci
E que tenho pra falar
Todo dia é assim
Tempo quente, pé na estrada
Tô seguindo o meu caminho
Já parti pro tudo ou nada
Será que todo diavai ser sempre assim?
Quero iniciativa e um pouco de humor
Pra peleja da minha vida, ser feliz se assim for
Tô correndo contra o tempo
E agora não posso parar
Por favor, espere a sua vez,
Certamente ela virá
Será que todo o dia
Vai ser sempre assim?
Nessas horas eu me lembro,
Com saudades de você
Dos amigos que eu ainda não fiz
E de tudo ainda…
Tô fazendo a minha história
E sei que posso contar
Com essa fé que ainda me faz
Otimista até demais
Que bom que todo dia
Vai ser sempre assim
Sempre assim!
Jornalistas x Advogados
6 Junho, 2007
Alunos do Centro 4 da Unisinos- Direito
Alunos do Centro 3 da Unisinos- Jornalismo
Gravatas, óculos, sorrisos…No que eles diferem? O que eles têm em comum? Será que existe rivalidade entre essas duas classes? O que eles pensam um do outro?
Eu e minha colega, Pati Gastmann, fomos aos Centros para descobrir qual o estereótipo que o jornalista cria em sua mente sobre o advogado, mais especificamente dos acadêmicos da Unisinos e vice-versa.
Nós, como futuras jornalistas, fizemos descobertas interessantes, entre elas, que o aluno de direito não tem uma opinião formada. É sério! Mas entendemos nossos entrevistados, afinal, ser questionado por duas futuras jornalistas sobre algo que nos diz respeito pode não ser tão simples. Nesses depoimentos cheios de palavras “pomposas” (coisas que só o direito faz tão bem), ouvimos muitas frases com palavrinhas do tipo: fidedigno. Assim, percebemos que a linguagem é um aspecto que difere esses dois grupos. A vestimenta e certa timidez desses futuros advogados também contrastam com o jeito espontâneo e despreendido de ser dos alunos de jornalismo.
Sem “puxar a brasa para o nosso assado”, os alunos do jornal são alegres, comunicativos e como disse o colega de direito: “com personalidade forte e com opiniões formadas sobre diversos assuntos”.
Por outro lado, percebemos que o preconceito é maior da parte dos alunos de jornalismo com relação aos colegas do direito:
Sem comentários!
UM CASO INTERESSANTE PARA AMBAS AS CLASSES:
OAB de São Paulo abre procedimento ético contra advogado que ofendeu o povo gaúcho
A OAB gaúcha pediu, na última segunda-feira (11) à sua congênere de São Paulo que analise a conduta do jornalista e advogado paulista (OAB-SP nº 171.387) Jonas Graeb, que ofendeu o povo gaúcho.
Jonas – que apresenta um programa de debates na Rádio Trianon – desrespeitou de forma incisiva os gremistas em particular e o povo gaúcho como um todo, no dia 4 de junho, às vésperas do jogo do Grêmio com o Santos. O advogado-radialista também atacou a Brigada Militar com inverdades.
Em ofício enviado ao presidente da OAB-SP, Luiz Flávio Borges D´Urso, o presidente da OAB-RS, advogado Claudio Lamachia, deplorou “as declarações que incitaram a violência de forma absolutamente irresponsável”. E pediu que a entidade paulista “avalie tais declarações frente aos advogados gaúchos sob a ótica do Código de Ética”.
Hoje (18) cedo, a Assessoria de Comunicação Social da OAB paulista informou que a presidência já determinou a abertura de procedimento ético. O advogado Graeb será notificado para apresentar defesa preliminar.
Antecedentes do caso
O comentarista esportivo e advogado Jonas Greb exercitou não apenas sua paixão pelo Santos Futebol Clube. Ele ofendeu torcedores do Grêmio, fazendo acusações contra dirigentes do clube e se referindo ao time e ao gaúchos como “horda de criminosos” e respectivamente. “lixo”,
“Eles (gaúchos) dizem que querem se separar do Brasil. Que separem! Não precisamos do Rio Grande do Sul na Bandeira do Brasil. Ah, o Sul é meu país! Que seja outro país, o país das bichonas. Vão pro inferno todos os gaúchos, os gremistas. Não servem para ser brasileiros. Não é gente, é bandido. O time do Grêmio é formado por bandidos. Diretoria de bandidos! Gaúcho é lixo pra mim”, declarou Jonas no programa Santos sempre Santos, veiculado pela Rádio Trianon.
Greb não parece ter demonstrado nenhum arrependimento, chegando a declarar à Rádio Guaíba, no dia seguinte, que o programa era “interno”, “não deveria ter chegado” aos ouvintes gaúchos e que ele arcaria com as conseqüências. “Sou um jurista experiente. Se o Zé Dirceu não tá preso, eu vou ser? Isso aqui é o Brasil” – declarou.
Além de torcedor do Santos e advogado, Greb foi candidato a deputado estadual pelo PSC em 2006. No programa ele afirmou que vários torcedores do Santos foram agredidos pela torcida gaúcha, mas o fato foi negado por Alexandre Neves, da direção da Torcida Jovem, torcida organizada santista. “Houve apenas fatos isolados”, explicou.
Das reclamações de Greb a única confirmada foi a má recepção aos 25 dirigentes santistas, obrigados a assistir ao jogo em um camarote de oito metros, com espaço para apenas 10 pessoas, no Estádio Olímpico. “Esse foi o grande problema, mas isso não justifica a besteira que ele disse”, opinou Aldo Neto, coordenador de comunicação do Santos.
O OFÍCIO DA OAB-RS À OAB PAULISTA
“Porto Alegre, 11 de junho de 2007.
Assunto: Declarações contra o Povo Gaúcho
Colega Presidente:
Ao cumprimentá-lo, considerando a lamentável declaração apresentada pelo advogado Jonas Greb, inscrito na OAB/SP, sob o n° 171387, quando, na função de radialista, desrespeitou de forma incisiva o povo gaúcho, durante seu programa na Rádio Trianom de São Paulo, em 04 de junho de 2007, vimos externar nosso total repúdio a tal manifestação, lastimando que tais palavras tenham como fonte um colega de classe.
Convém ressaltar que as declarações do referido profissional se tornam ainda mais lamentáveis e graves, quando produzidas por quem deveria contribuir para zelar pela defesa do Estado Democrático de Direito.
Todavia, sua atitude mostrou o contrário, uma vez que acabou por produzir declarações que incitaram a violência de forma absolutamente irresponsável, utilizando sua condição, também, de jornalista. Aliás, importante gizar que o mesmo não está a dignificar, nem a categoria dos jornalistas, e muito menos a nobre classe dos advogados e nossos honrados colegas do Estado de São Paulo.
Assim, mesmo que constrangidos, reiteramos nosso repúdio às declarações produzidas pelo advogado em foco, requerendo que Vossa Excelência adote as providências necessárias e indispensáveis, com vistas a avaliar tais declarações frente aos advogados gaúchos sob a ótica do Código de Ética.
Contando com a valorosa parceria da OAB São Paulo, para o enaltecimento da Advocacia Brasileira, aproveitamos a oportunidade para externar votos de apreço e consideração.
Cordiais saudações,
CLAUDIO PACHECO PRATES LAMACHIA, Presidente da OAB/RS”.
Fonte: Saite Espaço Vital, em 18/06/2007.
PIADAS SOBRE JORNALISTAS
Carreira Política A jornalista entrevista um famoso deputado: - Deputado, o senhor pode nos dizer como começou a sua carreira de político? - Ah! Foi logo na infância... eu ainda estudava no primário... - No primário?! - espantou-se a jornalista. - Sim! Um dia meu pai me chamou e disse: "Filho, a partir de hoje eu vou lhe dar mil cruzeiros toda as vezes que você tirar uma nota maior que 7". Então, eu cheguei para a minha professora e falei: "Escuta, dona Clotilde, a senhora não gostaria de ganhar quinhentos cruzeiros de vez em quando?".
Longevidade
A jornalista visita um asilo para fazer uma matéria sobre longevidade e entrevista os velhinhos.
- Quantos anos o senhor tem? – pergunta para um deles, acabadinho o coitado.
- Tenho oitenta e sete!
- E a que o senhor atribui a sua longevidade?
- Ah, minha filha! Eu sempre fui uma pessoa muito regrada, sempre acordei no mesmo horário, comi no mesmo horário e sempre fiz muita ginástica.
Então ela vira-se para um outro, todo arcado.
- E o senhor?
- Ah! Eu estou com noventa e três! Nunca fumei, nunca bebi, nunca comi carne vermelha, só como pão integral e fiz votos de castidade.
Então ela virou-se para o mais velho de todos.
- E o senhor, vovô?
- Ah! Eu nunca liguei para essas coisas de comida, sempre comi muito bem, adoro carne de porco, tomava um litro de cachaça por dia, fumei a minha vida toda e passava quase todas as noites na farra. Só chegava em casa quando o dia estava amanhecendo.
- Que maravilha! – exclama a repórter. – E o senhor tem quantos anos?
- Trinta e quatro!
PIADAS SOBRE ADVOGADOS
Que pena, Por Lopes
O que é uma kombi com 6 advogados dentro, caindo num precipício?
Um desperdício, pois numa kombi cabem mais advogados!
Tomando algo
Dois advogados estão saindo do Fórum, quando um vira para o outro e diz:
- E então, vamos tomar alguma coisa?
E o outro prontamente responde:
- Vamos, de quem?
Conclusão
Brincadeiras à parte, a conclusão é que essas profissiões possuem sua importância para a sociedade. O poder do argumento, a busca pela justiça, a apresentação de fatos, a coleta de informações…Quantas características em comum! Com gravata ou piercing, cabelos com gel ou despenteados, carregando uma pilha de processos ou simplesmente um gravador. Assim, cada profissional realiza sua missão, motivado pela vocação, por seus ideais. Somente o diálogo aproxima as pessoas, leva ao conhecimento e a valorização. Que o centro 3 e 4 da Unisinos, compartilhem, além da lancheria Fratello, outros espaços, promovendo mais diálogo e aprendizado em ambas as profissões. Foi um prazer essa experiência!




