Mulher que se ama é poderosa
Repare seu brilho, seu sorriso
Mulher que se ama é maravilhosa
Reflete o paraíso

Doçura, fortaleza
Administradora da vida
Mulher que se ama constrói belezas
Sabe de si mesma, se valoriza

Tão bela, inteligente
Sua energia é um convite
Sua graça, seu charme…
Fazem lembrar Afrodite

Fantasias, sonhos, realidade
Mulher feita de amor soma conquistas
Amando as pessoas, a vida, a liberdade…
É determinada em suas iniciativas

Mulher que se ama é radiante como o girassol
Homem seguro adora sua presença
Uma flor direcionada para o sol
Sempre brilha e faz a diferença

O mundo é mais bonito
O sucesso lhe acompanha
Tudo é possível
quando a mulher, verdadeiramente, se ama!

Paixão colorada

17 Dezembro, 2007

Hoje o dia foi de festa, aliás, desde ontem a comemoração é contagiante!

Tudo está colorido de vermelho e branco. E não é pela aproximação do Natal. Viva a garra colorada! Viva ao título que nos encheu de orgulho e fez bater mais forte o coração!

Eu amo este vídeo:

Eu amo ser colorada! 

Ao homem que me satisfaz 

Meu corpo te recebe
E se doa aos teus carinhos
Me sinto tão leve
E teu peso estou sentindo

Tua respiração
Em ritmo ofegante
É para minha audição
o mais forte estimulante

Gosto de espelhos, luzes acesas
para admirar tua beleza
Gosto de luzes apagas
para acender fantasias na madrugada
Também gosto de meia-luz
De todas as maneiras,
você me seduz

Teu corpo suado de prazer…
Tua pele quente de paixão…
Minhas pernas insistem em te envolver
Aproximando você do meu coração

E o que mais me encanta
É este teu jeito de ser
Ao lado de uma mulher que se ama
Orgulha-se de aos meus carinhos pertencer

Paixão aliada à proteção
Somente assim a nossa entrega se faz
Homem que respeita minha decisão
É homem quesatisfaz!

Dia 1º de dezembro foi o Dia Mundial de Luta Contra a Aids. Desejo que todas as pessoas, em especial as mulheres, façam de suas atitudes formas de viverem o sexo com mais prazer e saúde. Usar preservativo é uma prova de amor, amor a si mesma! Que essa responsabilidade seja exercida e lembrada a cada dia.


Nossa Geração

13 Novembro, 2007

Cinqüenta e quatro histórias de vida
reunidas pela comunicação
NO AR- dia após dia
essas vidas marcam uma geração

Fazemos parte de um contexto
que celebra a energia de uma aurora
E vamos usar este momento
para escrever a nossa história

Somos a geração de uma nova marca
Estreamos com essa inovação
Somos o conceito que se consagra
na prática, na vida, na realização

Somos da época Zerohora.com,
do Teatro Elis Regina…
Vimos tudo isso acontecer
E tudo isso nos inspira

Foi sendo Facilitadores
que vivenciamos esses momentos
E seremos ainda mais realizadores
Compartilhando tudo o que aprendemos!

Colegas Facilitadores

Nosso Grito de Guerra

Pra te adorar assim com tanta loucura,
eu te darei todo o amor que tem na Terra
Te presentear com o brilho sob a lua
Apaixonado com o céu e as estrelas
E te darei todas as noites os meus versos sinceros, a minha alegria
Serei seu poeta, amor
Você será a minha poesia
Quero que seja pra sempre em minha vida
Eu quero te dar todo o amor que tem na Terra
Eu vou te amar todo dia, em qualquer canto
Você é a flor, o meu sonho mais bonito
Vou te roubar um segredo, uma noite
Juntos iremos até o infinito
Te quero a todo o instante
Não importa, vou te amar até o fim do dia…
Você é minha vida, meu amor, minha princesa
É tudo o que eu queria!

O Input- International Public Television é uma conferência de televisão internacional que ocorre anualmente. Seu objetivo é analisar e debater as melhores produções de TV do mundo. Em maio, este evento foi realizado em Lugano/ Suíça, onde 80 produções, selecionadas entre centenas de trabalhos, foram selecionadas pelos comitês dos países participantes.

Em Porto Alegre, está ocorrendo o Mini-Input, com a apresentação de 30 produções que foram selecionadas neste evento. Desde o dia 16 até 21 de outubro, as pessoas podem conferir, com entrada franca, os filmes, documentários, reality shows e outras variedades de produções. Confira a programação.

No dia 16, um dos documentários que foi exibido chama-se Do Outro Lado (Al Outro Lado), de Natalia Almada. A divisão entre México e EUA é retratada através dos personagens mexicanos, que idealizam oportunidades, correm riscos e sentem as barreiras culturais em suas experiências. Chocante pela reflexão que desperta, Do Outro Lado apresenta vários pontos de vista das pessoas envolvidas nas narrativas, desde o americano que nasceu em Los Angeles, mas que se sente um verdadeiro mexicano, até mesmo às posturas ilegais para atravessar o caminho rumo ao país vizinho.

Temas atuais e impactantes

Apesar do público de 13 pessoas nesta seção, quem estava lá teve a oportunidade de assistir programações com qualidade, tanto pela estética como pelo conteúdo apresentado.

hpim3404.jpgPara a estudante de história e direito, Luciana de Paula, 24 anos, o documentário foi muito interessante por tratar de um tema atual e de impacto. “As diversas visões dos envolvidos e o narcotráfico de pessoas são ganchos que despertam profundas reflexões. Além disso, a fotografia, a trilha sonora e a caracterização estavam excelentes”, avalia.

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O jornalista Edson Maciel, 24 anos, destacou o espaço como elemento fundamental das propostas do documentário. “Em tempos de internet, percebemos que os povos não estão globalizados como o mundo virtual sugere. As fronteiras existem e quando as culturas se encontram o choque acontece”, relata.

hpim3406.jpgA francesa e fotógrafa Pauline Bernad, 23 anos, acrescenta: “Vimos no documentário o retrato da realidade, do quanto as pessoas idealizam uma vida melhor quando estão em situações difíceis, mas nem sempre essa idealização é correspondida no país, ou seja, do outro lado”, avalia.

O Input, como forma de divulgar programações de qualidade, é também uma opção para ampliar conhecimentos a cerca de outras culturas, outras visões televisivas. Uma oportunidade para ver o que de melhor e provocador existe nas formas e conteúdos produzidos por diversos países.

Um monumento que faz sonhar

10 Outubro, 2007

Discreto e localizado na lateral do telão da Arena, na Exposição No Ar- 50 Anos de Vida. Alguns podem até passar sem percebê-lo, mas quem relaciona seu significado com a vida, logo percebe a importância deste “monumento”. Refiro-me ao poste com alto-falante. A interatividade não está explicita. Sem emitir sons e imagens, revela seu diferencial. Esse poste é um começo de sonhos, que antecede as últimas cinco décadas de uma história. 

Acredito que as realizações acontecem através de atitudes, que antes de tudo, foram sonhadas. Paixão e talento são ingredientes presentes no alcance de objetivos. Sendo assim, relembrar através do poste que Maurício Sirotsky Sobrinho, aos 14 anos, na praça de Passo Fundo, revelava sua vocação para a comunicação através do Serviço de Alto-Falantes Sonora Guarany, é refletir sobre diversos aspectos. É neste espaço, que durante o passeio pela exposição, paramos para pensar sobre o que motiva nossas atitudes na busca de um ideal. 

Paixão, vocação, atitude e empreendedorismo. Essas palavras compõem os significados que este “monumento” possui. Durante as visitas guiadas, gosto quando chego neste local, onde minhas palavras são instrumentos fundamentais para contar uma história. Por parecer simplesmente um poste e sem grandes possibilidades de interação, as pessoas fixam o olhar em mim e neste momento vejo o sonho brilhar em seus olhos. Pois falar de vocação aliada à paixão pelo o que se faz é algo inspirador. 

Sonhar motiva atitudes 

Neste espaço, relembramos o início da cronologia, quando aos 32 anos, Maurício associava-se à Rádio Gaúcha. Verificamos que a paixão do jovem de 14 anos e suas atitudes materializaram um sonho. Esse sentimento pela comunicação se revelou muito cedo e no decorrer do tempo, ele uniu esforços para projetos mais ousados.  

É neste espaço que os jovens demonstram possuir sonhos ao identificarem-se com uma profissão, independente de ser da área de comunicação. É neste espaço que escuto as crianças dizerem frases do tipo: “Quando eu crescer, quero ser professora!”. É neste espaço também, que a linha do tempo entre o poste e o caráter multimídia de uma empresa apresenta a dimensão de um trabalho. 

Pode parecer romantismo, mas me atrevo a dizer que este poste faz sonhar. É neste local que o diálogo entre público e facilitadores revela que um monumento estático tem profunda capacidade de mexer com o imaginário das pessoas e fazer com que elas reflitam sobre suas habilidades, desejos profissionais e realização pessoal. Fui me dar conta dessa realidade quando acompanhei uma turma durante a visita e ao chegarmos na sala do silêncio, um jovem que deveria ter uns 16 anos, falou: “Agora quero voltar ao pensamento que tive lá no poste, pensar em minha vocação e sonhar”. Motivando atitudes, o sonho antecede o caminho para a realização.     

Vitrola, telefone da década de 50 e um secador de cabelo antigo. Será que esses objetos atraem os jovens que vivem na geração do Ipod, celular e tecnologias surgindo a cada dia? Para a estudante de marketing, Fabiane Vasconcellos Carvalhal, 23 anos, recordar acontecimentos vivenciados dentro de sua casa ao deparar-se com os objetos que marcaram o início destas últimas cinco décadas foi uma viagem à sua infância, ao lado da família, e uma emoção ao identificar na NO AR elementos que ainda fazem parte de seu cotidiano. 

A admiração pela antiguidade é um sentimento cultivado na família da jovem. “Meus pais tinham uma loja em Pelotas, onde vendiam vinil e cassete. Eles são colecionadores e apaixonado por telefones antigos, meu pai também tem vários objetos, inclusive uma lança da Revolução Farroupilha, herdada pelo seu bisavô”, relata. 

Os eletrodomésticos, distribuídos no grande hall da exposição, foram o que mais chamou a atenção de Fabiane. A televisão dos anos 70 e o telefone de 56 são objetos presentes na casa da estudante. “Eu brincava com este secador de cabelo, que era da minha vó”, conta com entusiasmo ao se deparar com o modelo que a maioria das pessoas confundem com um aspirador de pó. 

A exposição NO AR- 50 Anos de Vida, que em sua concepção transformou a Usina do Gasômetro em uma grande casa, teve um significado especial para essa admiradora de antiguidades. “Ao ver estes objetos, tive a sensação de estar em minha casa, onde muitos deles ainda fazem parte do meu dia-a-dia”, destaca. 

Para a estudante, a importância do passado reflete um conhecimento para as pessoas. “Quando falo com os amigos da minha idade, a maioria não conhece esses eletrodomésticos. Adorei ver o radinho nas poltronas, tenho um assim lá em casa. Que bom ver aqui essa valorização da história através desses objetos”. 

Quando Fabiane assistiu Jayme e Nelson Sirotsky na entrevista do jornal do almoço, direto da exposição, e viu no fundo do ambiente a Kombi e outros objetos, a emoção tomou conta de seus sentidos. “Fiquei imaginando como seria estar aqui. Confesso que minha vontade é chegar ao abrir as portas da exposição e só ir embora quando fechar”, relata. 

A NO AR- 50 Anos de Vida, que segue até o dia 18 de novembro, de terça a domingo, das 9h às 21h, atrai e emociona pessoas de diversas gerações. As sensações da jovem Fabiane traduzem o impacto que este evento tem na vida de quem vive a experiência de visitar e se encantar com o que a exposição oferece ao público.

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Fabiane Carvalhal

Jornalismo participativo

28 Setembro, 2007

O internauta, como vimos a respeito da web 2.0, é atuante na colaboração de conteúdos. Analisando o Folhaonline, podemos perceber as opções para que o leitor possa interagir com o meio e assim construir junto ao veículo o jornalismo participativo.

Possibilidades

-envio de nótícias, fotos, vídeos

-comentários

-comunicação de erros

-Bate-papo da Folha

-Painel do Leitor

-Enquete

Contraponto

Regras e utilização das matérias enviadas pelos leitores como pauta e fonte são percebidas nas edições. Em comentários, apenas trechos são publicados. Uma participação que tem ferramentas de crivos para a liberação do conteúdo enviado. Conteúdo este, que passa por edições e direcionamentos. Também percebe-se que os assuntos que podem ser comentados são citados. Exemplo.

O jornalismo participativo cada vez mais está presente nos veículos. Essa forma de produzir conteúdos desperta a mídia para uma nova postura frente ao mercado. A rotina se altera com essa realidade e os veículos repensam a forma de produção, incluindo cada vez mais os leitores e internautas. É uma tendência que cria oportunidades e possibilidades para relevância da informação, vinda de vários lugares, não apenas de meras fontes e sim produtores de conteúdo. 

Algo especial a cada dia

24 Setembro, 2007

Um espaço que apresenta a FMSS e suas realizações ao longo de seus 20 anos de existência. De maneira muito objetiva, esse é o conceito das gangorras, localizadas na Exposição NO AR- 50 Anos de Vida. Mas ao ver pessoas de diversas faixas etárias usufruindo desse espaço, novos conceitos surgem e emocionam até mesmo quem está ali para facilitar uma experiência e surpreendentemente é tocado com uma interrogação: “Tia, este brinquedo é de graça?”, pergunta feita por uma criança carente, que no dia do passe-livre em Porto Alegre, escolheu a Exposição como destino.  

Observando essa criança, pude constatar que a gangorra que traz a analogia das pessoas sendo fundamentais para o funcionamento do brinquedo e dos projetos sociais, revela uma imensa alegria para aqueles que nela brincam. O olhar que brilha, o sorriso largo, a visão de outras crianças na tela do vídeo, o sobe e desce…A criança que ali estava se envolveu por toda essa magia e ao final exclamou: “Hoje é o dia mais feliz da minha vida!”.  

Experiências como essas, nos fazem refletir sobre a dimensão dessa exposição, que emociona o público e os profissionais que nela atuam. Trabalhando como facilitadora deste evento, tenho a sensação de a cada dia fazer uma pessoa mais feliz. Tenho a sensação de compartilhar das emoções e lembranças através das experiências proporcionadas. Além de facilitar a comunicação das pessoas com o seu mundo, tenho o privilégio de descobrir através do outro as razões que motivam os indivíduos a acordarem cedo, sob chuva e vento, em pleno domingo, enquanto a maioria prefere estar dormindo no aconchego de sua cama. Comunicação é realmente a nossa vida, e a NO AR comprova o valor dessa relação.  

 Lembro-me também, que na sala da internet, um senhor que aparentava ter uns 60 anos de idade, se aproximou com os olhos cheios de lágrimas e falou: “Moça, eu estou emocionado porque eu nunca tinha mexido no computador e consegui acessar o vídeo na cronologia”. São em momentos assim, que sendo facilitadora, participo de conquistas, singelas para alguns, mas inesquecíveis para quem as vivencia como uma descoberta.  

Um show à parte

 Ver gremistas e colorados vibrando ao mesmo tempo, quando assistem a vitória Grenal no telão da arena, nos faz refletir sobre a paz entre as torcidas, sobre essa alegria compartilhada que produz mais união.  Observar a expressão das pessoas ao entrarem na exposição, principalmente quando o vídeo está rodando no telão, é sentir que a NO AR tem esse impacto direto com o público. É ter a certeza que após passarem a porta de entrada, foram tocadas, invadidas por sensações únicas. 

No rádio, as pessoas estão sorrindo, chorando, gritam por impulso ao vibrarem com um gol narrado ao pé do ouvido. Cada espaço da exposição tem essa mágica transformadora. Estar ali, dia após dia, é ter a certeza de que algo novo acontece a cada momento. 

Nós, facilitadores, já reconhecemos de longe uma música que toca, sabemos se ela vem do rádio, da cama, do telão, dos vídeos ou da geladeira. Já sabemos que cena vai aparecer e qual é a sua seqüência. Mas há algo que sempre é novidade, é único e muito especial. Algo que valoriza o nosso trabalho, que fortalece a nossa missão. Algo que nos faz pensar ao fim do nosso turno o quanto valeu a pena estar ali. Esse algo tão surpreendente é combustível e dá vida à exposição: As reações das pessoas. Fundamentais, tornam especiais os dias da NO AR.